Escritórios de contabilidade
O honorário é fixo e está no contrato. As horas que o fiscal, o pessoal e o contábil gastam com aquele cliente variam todo mês — e ninguém mede.
Valores ilustrativos, para explicar o cálculo. O método é real: sai das horas efetivamente cronometradas, rateadas pelo custo/hora de cada departamento. Os números que importam são os do seu escritório.
O seu dia
A parte que o sistema contábil não enxerga.
A mesma cobrança para os mesmos clientes, por WhatsApp, uma por uma.
E a resposta morre ali, sem registro, sem ninguém mais saber.
Você desconfia de qual é, mas não tem o número para negociar o honorário.
Procedimento na cabeça das pessoas é o padrão do setor.
E você descobre quando o boleto não é pago, não antes.
Onde cada peça entra
Cada um resolve uma parte. Juntos, param de exigir que alguém digite a mesma coisa duas vezes. Abaixo, o que cada um faz no seu caso.
Cada demanda vira tarefa com prazo e responsável. O cronômetro mostra quanto tempo cada cliente realmente consome — que é a base para revisar honorário sem chute. O help desk registra o que o cliente pediu, e o "Resgate do Dia" avisa quem está sem contato há tempo demais.
Um número só para o escritório, com fila por departamento — fiscal, pessoal, contábil. Campanha em massa para o pedido de documento do mês, com acompanhamento de quem leu e quem respondeu. E o atendimento deixa de morrer no celular de quem atendeu.
Honorários a receber, contas a pagar, fluxo de caixa e emissão de nota. Se o escritório cobra por boleto, a cobrança sai daqui — inclusive por WhatsApp, com confirmação de leitura.
Por onde começar: Pelo ScWork, módulo de Operação. É o que responde a pergunta mais cara do escritório — quanto tempo cada cliente consome — e é o que a Sistemas CORDON usa para tocar a própria operação.
Onde ele entra
Isso importa dizer logo, porque é a primeira pergunta de todo contador.
Continua no seu sistema contábil
Escrituração, apuração, SPED, folha, entrega de acessória, balanço. Domínio, Alterdata, Questor, Fortes — o que você usa para apurar continua exatamente onde está. Nada migra.
Passa a existir no ScWork
Quem faz, quando, em quanto tempo, para qual cliente, quanto custou, o que ficou combinado na reunião e quem não é atendido há três meses.
Antes de perguntar
É um sistema de medição, e a diferença está em como você implanta. Ele mede tempo por tarefa e por cliente para você precificar e distribuir carga — não para punir. Recomendamos que a equipe saiba desde o primeiro dia o que é registrado, e o sistema é transparente com quem está sendo cronometrado. Se o escritório tem política interna de monitoramento, a gente ajuda a encaixar; se não tem, é um bom momento para escrever uma.
O registro não depende de a pessoa lembrar de apertar um botão: ele acompanha atividade real, com aviso de hora em hora e verificação fora do expediente. Na prática, a adesão vem quando a equipe percebe que o número serve para negociar prazo com o cliente — não para cobrar dela.
Não. O ScWork não faz escrituração, apuração nem folha, e não tem calendário de obrigações. Ele convive com o que você já usa.
Nos dois. E vale saber: a transcrição de reunião roda no seu servidor — nenhuma conversa sobre a contabilidade do seu cliente sai para nuvem de terceiro.
Um mês de cronômetro já mostra quais clientes consomem hora demais para o honorário que pagam. É a conversa que costuma pagar o sistema.
Depende dos módulos e do tamanho da equipe. Não publicamos tabela porque isso faria alguém pagar por tela que não abre. Sem fidelidade e sem multa de cancelamento.
Trinta minutos, com quem desenvolve o sistema. Você descreve como esse cliente é atendido hoje e a gente monta a conta dele na tela. Se ficar claro que não resolve o seu caso, a gente diz — é mais barato para os dois lados.