Clínicas, consultórios e quem trabalha com hora marcada
Clínica, consultório, estética, salão, escritório de advocacia: quem vende hora marcada não perde dinheiro quando falta cliente, perde quando o horário fica vazio e ninguém avisou. E a agenda, que decide o mês inteiro, costuma ser mantida à mão — numa conversa de WhatsApp que alguém precisa ler, entender e transcrever.
Volumes ilustrativos, para dimensionar o problema — não são dados de cliente. A conta que importa é a sua, e o número que dói não é o das horas: é o dos horários vazios, que não voltam no mês seguinte.
O seu dia
Não é uma lista de recursos — é o que acontece de verdade, toda semana, na recepção.
"Tem vaga quinta?" chega às 7h, no almoço e às 22h de domingo. Quem responde precisa abrir a agenda, conferir e voltar — e nesse meio-tempo o horário pode ter ido embora.
Alguém passa a tarde mandando a mesma mensagem para a agenda inteira do dia seguinte.
O horário fica bloqueado, o profissional fica parado, e havia gente na lista de espera.
Alguém desmarca às 9h para as 14h. Achar quem cabe naquele horário é trabalho manual.
Um por um, no WhatsApp, enquanto o telefone continua tocando.
A agenda está numa ponta, o financeiro na outra, e a conferência é no olho.
Onde cada peça entra
Cada um resolve uma parte. Juntos, param de exigir que alguém digite a mesma coisa duas vezes. Abaixo, o que cada um faz no seu caso.
O cliente marca, remarca e cancela conversando — sem aplicativo, sem portal e sem senha. Ele escolhe entre os horários que existem de verdade, e o compromisso entra na agenda do profissional e no Google Calendar dele. Uma agenda por profissional, com serviços e durações próprias.
Mensalidade, pacote de sessões, recibo e nota fiscal de serviço, com cobrança por boleto e PIX. O que foi atendido vira faturamento sem alguém transcrever de uma planilha.
Para quem tem mais de uma unidade ou uma equipe que não é só de atendimento: tarefas com prazo, CRM para o paciente que pediu orçamento e não voltou, e o controle de documentos de quem precisa de procedimento escrito.
Por onde começar: Aqui, quase sempre pelo WppManager — ao contrário dos outros ramos, em que o começo costuma ser o CdAdm. É que a dor de quem vende hora marcada mora na agenda e no WhatsApp, não no financeiro. O resto entra depois, se fizer falta.
Antes de perguntar
Não. O profissional conecta a conta dele e continua usando o Google normalmente — inclusive no celular. O que ele marcar direto lá deixa de ser oferecido no WhatsApp na mesma hora, porque a sincronização vale nos dois sentidos.
E vão. Você decide o que o bot resolve e o que ele passa adiante — e quando ele não sabe, transfere em vez de improvisar. Marcar horário é justamente o pedido mais repetitivo e menos pessoal: é o que sobra de tempo para a recepção atender bem quem chegou.
É exatamente como o módulo foi feito: uma agenda por profissional, com a grade dele, os serviços que ele faz e a duração de cada um. O sistema só oferece o que realmente cabe.
O lembrete sai automático antes da consulta (você escolhe com quantas horas de antecedência), e a resposta dele volta para a mesma conversa. Não é promessa de acabar com falta — é tirar a confirmação da mão de alguém.
Não. O WppManager registra a conversa e o agendamento — nome, telefone, serviço e horário. Prontuário é outra categoria de dado e de responsabilidade, e a gente prefere dizer o que o sistema não faz a deixar você descobrir depois.
Sem roteiro de vendas. Você conta como funciona hoje, a gente diz honestamente o que resolve e o que não resolve — e por onde faria sentido começar.