Empresas de software e TI
Empresa de TI vive de contrato recorrente, chamado e projeto — três coisas que costumam morar em três ferramentas diferentes, nenhuma conversando com a outra. No fim do mês, a fatura sai de uma estimativa.
Valores ilustrativos, para explicar o raciocínio. O cálculo é real: sai das horas efetivamente cronometradas, por cliente e por tipo de atividade. Metade do excesso costuma estar no que nunca virou chamado.
O seu dia
Se mais de um destes acontece com você, vale conversar.
Montando quem faz o quê, com base no que gritou mais alto ontem.
Porque ninguém sabe quantas horas o contrato realmente consumiu.
Chega por WhatsApp, alguém copia para a ferramenta de tarefa, e o cliente pergunta de novo.
Você descobre no cancelamento, não antes.
A solução do caso difícil estava na cabeça dele.
Onde cada peça entra
Cada um resolve uma parte. Juntos, param de exigir que alguém digite a mesma coisa duas vezes. Abaixo, o que cada um faz no seu caso.
Tarefas com cronômetro que acompanha atividade real — não o que a pessoa declara. A agenda do dia se monta por regra que você escreveu, e cada item vem com a justificativa da decisão. O chamado do cliente vira tarefa sem redigitação, e o tempo apontado vira custo do projeto e base da fatura.
Fila por departamento, distribuição por carga, e a conversa que vira chamado com resumo automático. O tempo do atendimento entra no controle de horas. E o bot resolve sozinho o que é repetitivo, com base de conhecimento própria.
Contrato de mensalidade com reajuste por índice, cobrança por boleto e PIX, contas a pagar e fluxo de caixa. Para quem também revende produto, entram Estoque e Faturamento.
Por onde começar: Pelo ScWork, e normalmente por um módulo só: o de tarefas e tempo. Um mês de cronômetro já mostra se a sua fatura está certa.
Onde ele entra
Se você já usa Git, CI e um board de sprint, nada disso muda.
Continua onde está
Repositório, pull request, pipeline, board da sprint, monitoramento. Não pedimos que você troque a ferramenta que o time de desenvolvimento já domina.
Passa a existir no ScWork
Quem atendeu, por quanto tempo, para qual cliente, sob qual contrato — e quanto daquele contrato já foi consumido antes do mês fechar.
Antes de perguntar
Para o board de desenvolvimento, não. O ScWork resolve a camada que essas ferramentas não cobrem: hora medida por cliente, chamado, custo e faturamento. Há integração com Redmine, e a API pública permite as demais.
É de medição. O número existe para você precificar contrato e negociar prazo, não para cobrar de quem trabalha. A recomendação é a equipe saber desde o primeiro dia o que é registrado — o sistema é transparente com quem está sendo cronometrado.
O ICP é de 5 a 60 pessoas, e os módulos são separados. Muita empresa começa só com tarefas e tempo, que é onde a conta aparece.
Se você desenvolve software sob medida, não — a gente vende produto próprio. E se fizer sentido, existe o caminho de representação: você revende o nosso e ganha recorrente. Está em Parceiros.
Sem roteiro de vendas. Você conta como funciona hoje, a gente diz honestamente o que resolve e o que não resolve — e por onde faria sentido começar.